A redução do número de trabalhadores e da despesa com pessoal na Administração Pública e a degradação dos serviços públicos

Eugénio Rosa    25.Sep.20

Entre 2011 e 2015, com a “troika” e o governo do PSD/CDS, o número de trabalhadores de todas as Administrações Públicas foi reduzido em 68.641. Entre 2015 e 2019, com os governos PS, o número de trabalhadores aumentou, mas em número insuficiente para compensar totalmente os empregos destruídos no período 2011/2015. E no que diz respeito às remunerações não só não houve recuperação como houve uma quebra continuada. Foi assim que se reduziu o défice.

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O negócio do hidrogénio

Demétrio Alves    24.Sep.20

Demétrio AlvesO governo PS é particularmente fascinado por modas, nomeadamente no que diz respeito à energia e à “transição energética”. Sobretudo quando por detrás dessas modas se perfilam grossos interesses privados apostados na captura de dinheiros públicos. O ministro e o secretário de Estado lançam para o ar números, calendários e perspectivas sem qualquer fundamentação séria. A realidade e o interesse dos consumidores têm para estes governantes mais fugacidade do que o próprio hidrogénio.

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A diferença entre a resposta dos EUA e da China ao COVID-19 é impressionante

Vijay Prashad - John Ross    23.Sep.20

Quando nos EUA o número de mortos por COVID-19 está prestes a ultrapassar os 200 mil, Trump voltou a repetir na ONU as mesmas irracionais acusações contra a China e as mesmas mentiras sobre a forma como vem gerindo a pandemia no seu país. Talvez engane ainda muita gente. Mas nada do que diga poderá alterar o desastre sanitário e económico em curso nos EUA.

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A «guerra contra o terror» dos EUA é a verdadeira causa da crise de refugiados na Europa

Patrick Cockburn    22.Sep.20

Oito guerras promovidas directamente pelos EUA ou que têm a sua aprovação tácita (Afeganistão, Iraque, Síria, Iémen, Líbia, Somália, noroeste do Paquistão e Filipinas) provocaram 38 milhões de pessoas deslocadas e em fuga. Destes, 8 milhões em fuga para o exterior dos seus países, 27 milhões no interior dos seus países destruídos. Esta tragédia não terá fim enquanto essas guerras não terminarem, e não será superada sem um fim que devolva aos povos o pleno direito de reconstruírem livremente o que a agressão imperialista destruiu e destrói.

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Os ausentes*

Gustavo Carneiro    18.Sep.20

Na redoma em que o BE vive será em Setembro que “regressam as lutas”. Não deu conta das muitas acções de luta que se verificaram ao longo destes meses. Mas, pior ainda, naqueles que foram dos meses mais duros de que há memória em termos de ataque aos direitos laborais e sociais, o BE optou por dar para o peditório dos que queriam ver confinada a luta, aprovando o estado de emergência (que limitou e suspendeu os direitos à greve e à resistência) e criticando abertamente a CGTP-IN pelas comemorações do 1.º de Maio.

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Declaração da Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos em apoio da criação de uma Europa Livre de Armas Nucleares
11 de Setembro de 2020

«A WFSW apoia o apelo ao fim da modernização de todas as armas nucleares e seus vectores; insta os governos europeus não signatários do Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares a que reconsiderem a sua posição e adoptem o Tratado tão cedo quanto possível. A Federação Mundial de Trabalhadores Científicos apela a todas as organizações europeias filiadas a fazerem campanha por uma Europa livre de armas nucleares e pela abolição de armas nucleares no plano mundial.»

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Um país e uma economia em dificuldades para enfrentar a crise do “Coronavírus”, um governo que adia actuar

Eugénio Rosa    15.Sep.20

Os últimos dados divulgados pelo INE revelam uma preocupante quebra na actividade económica. Quebra no PIB de - 16,3% (menos 8.500 milhões € de riqueza produzida), quebra no consumo privado de -14,5%, quebra no investimento de -10,8%, quebra nas exportações de -39,5%. Quebras que a continuar conduzirão inevitavelmente o país a um desastre económico e social. É necessário inverter este caminhar para o abismo, mas o governo tem-se revelado incapaz de falar com a verdade que é necessária e de tomar as medidas adequadas que permitam uma retoma gradual do país à normalidade possível com a segurança mínima que é indispensável.

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Percepções

Anabela Fino    12.Sep.20

Marcelo Rebelo de Sousa, tão dado a percepções quando se tratou da Festa do Avante!, não percepciona que o que afecta a imagem de Portugal é acobertar sob o chapéu da «liberdade» quem pretende que a cidadania seja uma opção individual e não um dever colectivo.

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Abutres

Jorge Cadima    11.Sep.20

O presidente Lukachenko não está na mira pelo mal que possa ter feito, mas pelo bem que fez ao defender a economia da Bielorrússia dos apetites vorazes do grande capital globalista e também dos oligarcas russos, mantendo «três quartos da economia no sector público».

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O concílio dos predadores ou o vírus como «janela de oportunidade»

José Goulão    10.Sep.20

«Quando a elite dos predadores que conduziram o mundo ao estado desgraçado em que se encontra se propõem agora salvá-lo tirando proveito da «janela de oportunidade» que é a pandemia de COVID-19, podemos deduzir que há nuvens ainda mais negras no horizonte.»

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Há anos que temos drones assassinos. Agora o Pentágono quer também robôs Generais

Michael Klare    09.Sep.20

Estrategas militares EUA estão a argumentar seriamente que a avaliação do campo de batalha - incluindo para a guerra nuclear - deveria ser cada vez mais delegada em máquinas. A sofisticação das armas de última geração - nomeadamente os mísseis hipersónicos - e o colossal e permanente afluxo de informação a tratar em cada momento provocam uma compressão do tempo (de avaliação da situação e de resposta) que ultrapassa capacidades humanas. Um cenário de pesadelo que está em construção.

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Jogo de sombras: a aliança eurasiática está mais próxima do que se pensa

Pepe Escobar    08.Sep.20

As complexas dinâmicas em andamento no tabuleiro geopolítico mundial são de muito diversa ordem. Se prevalecerem as de carácter económico, parece clara a tendência a um reordenamento “euroasiático”, que interessaria tanto Rússia e China como a Alemanha. Mas outras dinâmicas em presença, nomeadamente a configurada pela agressiva estratégia EUA-NATO desempenharão um papel igualmente determinante.

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