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Da Líbia ao Sudão, da Nigéria à Somália*
Carlos Lopes Pereira
:: Colaboradores :: 28.Fev.15

Acentua-se a internacionalização de diversos conflitos armados em África, com o seu consequente agravamento. A tendência é antiga mas intensificou-se nas últimas semanas, abrindo caminho a uma ainda maior ingerência das potências imperialistas, com os Estados Unidos e a França à cabeça.

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DocumentoNenhuma tolerância para o novo acordo entre o governo e a UE relativo à ampliação do memorando
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Mussa Ibrahim: magnífico resumo da realidade líbia
Leonor Massanet Arbona
:: Outros autores :: 26.Fev.15

Mussa Ibrahim Mussa Ibrahim foi último porta-voz da Jamahiriyah líbia. Em conferência de imprensa, falando em nome de 622 políticos líbios, fez um resumo sintético e claro do que sucedeu na Líbia e das posições políticas do Movimento Nacional Popular líbio.

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Syriza, uma via para o poder do povo?
Eric Toussaint
:: Outros autores :: 25.Fev.15

Este artigo é anterior à capitulação do Syriza perante o Eurogrupo. As expectativas – ainda assim prudentes - que traduz estarão agora ainda mais limitadas. Mas permanece de interesse o panorama que traça de governos de esquerda que, mantendo-se no quadro do capitalismo e recusando-se a afrontá-lo, se encontraram sem saída. Para quem defenda sinceramente a transformação da sociedade e o papel do povo nesse processo, Syriza e Podemos não são motivo de esperança, são a perspectiva da frustração e da derrota.

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Sionismo senil?*
Filipe Diniz
:: Colaboradores :: 24.Fev.15

Netanyahu, o genocida, está em pré-campanha eleitoral. Mais habituado à política de terra queimada do que às subtilezas da comunicação, os dois vídeos já divulgados impressionam pela desfaçatez e pela manipulação, como era de esperar. Mas têm um toque caricato e verdadeiramente imbecil que está a correr mundo.

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A troika e a degradação dos serviços públicos
Eugénio Rosa
:: Outros autores :: 23.Fev.15

Um dos instrumentos utilizados pela “troika” e pelo governo para cortar na despesa pública foi a destruição de postos de trabalho na Administração Pública. Os resultados estão à vista em todo o lado, da Saúde à Educação ou aos Tribunais: não se trata já apenas da degradação dos serviços. Trata-se em muitos casos do seu colapso.

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Nota dos EditoresA capitulação do syrisa e o desmascaramento de Passos
Os Editores
:: Editores :: 21.Fev.15
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Chamando carne ao peixe

Na noite das recentes eleições gerais na Grécia, odiario.info colocou a interrogação: estaria um governo com o Syriza como base em condições de dar expressão à rejeição popular da política das troikas, então tão claramente afirmada? Os recuos e cedências verificados desde então, culminando na capitulação de ontem, confirmam a resposta negativa.

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Quem nos governa?
Vladimir Safatle
:: Outros autores :: 20.Fev.15

Se não existissem bancos como o HSBC os especuladores e rentistas não teriam a garantia de ser auxiliados por peritos na evasão de divisas e na fraude fiscal. Os traficantes de armas e drogas não teriam tanto poder se não existissem bancos que oferecem os seus serviços de lavagem de dinheiro com discrecção e eficiência. Sendo assim, por que se chama “bancos” ao que mais parecem instituições criminosas há muito institucionalizadas?

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Petróleo saudita e hipocrisia dos EUA
Sara Flounders
:: Outros autores :: 19.Fev.15

As homenagens do imperialismo ao falecido rei saudita são inteiramente justificadas. Não nos termos hipócritas em que foram feitas, mas no facto de deverem a sua prolongada dominação sobre a região à casa real de Saud, um pequeno, detestado, corrupto e despótico bando desprovido de apoio popular e de legitimidade.

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Feios, porcos, maus e poluentes*
Filipe Diniz
:: Colaboradores :: 18.Fev.15

O processo de concentração de enormes massas humanas em gigantescas metrópoles é um dos traços marcantes da situação presente em todos os continentes. Nessas grandes metrópoles, lugares de extrema desigualdade, trava-se uma intensa luta de classes. Os mais pobres são sujeitos a uma violenta ofensiva na disputa do território.

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Ingerência externa aumenta na Nigéria*
Carlos Lopes Pereira
:: Colaboradores :: 16.Fev.15

Na Nigéria como em outras zonas de África e também noutros continentes, as potências imperialistas apoiam sectores corruptos das classes dominantes, espalham intrigas, traficam influências, instigam conflitos étnicos e religiosos, criam e armam grupos terroristas, fomentam guerras, liquidam estados, dividem nações – tudo isso para continuar a exploração dos trabalhadores e a rapina das riquezas dos povos.

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A Idade do Ouro das Operações Secretas
Missões especiais (OPS) já em 105 países em 2015
Nick Turse
:: Outros autores :: 15.Fev.15

A intervenção militar imperialista assenta hoje em milhares de operações encobertas levadas a cabo por tropas de elite em qualquer lugar do planeta. Combinando forças armadas, serviços de informações, a mais avançada tecnologia de espionagem, armamento sofisticado, secretismo e garantia de imunidade para as suas missões criminosas (e frequentemente falhadas), esse exército da sombra é a imagem de um sistema cujo apodrecimento moral atingiu o extremo e cujos combatentes são simples assassinos.

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A OTAN tomará o Mediterrâneo no Outono de 2015
La Haine
:: Outros autores :: 14.Fev.15

A OTAN prepara manobras militares na península ibérica e no Mediterrâneo para o Outono do corrente ano. Informa que será a maior movimentação de tropas por terra, mar e ar “desde 1944”. O imperialismo quer fazer “uma grande prova de força”. Constituirá uma nova prova de que constitui a maior, a mais real e a mais agressiva ameaça contra a humanidade.

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O mito de que é a Alemanha que financia a União Europeia
Eugénio Rosa
:: Outros autores :: 13.Fev.15

Graças ao “Mecanismo Europeu de Estabilidade Financeira” a Alemanha obtém nos mercados financeiros dinheiro a uma taxa de juro que ronda os 1% e depois empresta a Portugal, através do MEEF, a uma taxa superior a 2,5%, embolsando desta forma anualmente muitos milhões € de lucro à custa de enormes sacrifícios impostos aos portugueses. Por outro lado, e como consequência de relações comerciais desiguais, a Alemanha acumulou deste que entrou para a Zona do Euro (2002-2015) um gigantesco saldo positivo (excedente) na sua Balança de Transacções correntes no montante de 2.030.800 milhões €, enquanto a Grécia acumulou um saldo negativo de 279.300 milhões €, e Portugal também acumulou um saldo negativo de 162.100 milhões €.

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Um novo movimento surge nos Estados Unidos.
Para onde se dirige?
John Catalinotto*
:: Colaboradores :: 12.Fev.15

John CatalinottoEste novo movimento desperta no momento em que o fracasso do capitalismo na resolução das grandes crises que vive a humanidade caiu, na prática, sobre a cabeça dos jovens. Estão agora mais cépticos quanto ao papel do imperialismo norte-americano do que em qualquer outro momento desde o desaparecimento do campo socialista em 1989-1991.

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Discurso de Raul Castro na II Cimeira da CELAC

“O restabelecimento das relações diplomáticas [com os EUA] é o início de um processo para a normalização das relações bilaterais mas esta não será possível enquanto existir o bloqueio, não se devolver o território ilegalmente ocupado pela Base Naval de Guantánamo, não cessarem as transmissões radiais e televisivas violatórias das normas internacionais, não haja compensação justa para o nosso povo pelos danos humanos e económicos que sofreu.”

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Ils sont Abdallah*
Jorge Cadima
:: Outros autores :: 10.Fev.15

Jorge CadimaA hipocrisia sem limites dos chefes imperialistas homenageando o falecido déspota saudita revela algo importante: o racismo e a islamofobia que de forma cada vez mais aberta é promovida na comunicação social é – tal como o anti-semitismo dos anos 30 – apenas uma arma das classes dirigentes para dividir os trabalhadores e povos e para os arregimentar às suas políticas de guerra, exploração e rapina.

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Espadas sobre a Colômbia
Alberto Pinzón Sánchez
:: Outros autores :: 09.Fev.15

A Guerra Suja de Baixa Intensidade ou anticomunista que se desenvolve na Colômbia há 70 anos - com a resistência armada popular que esta gerou - não tem solução militar. Só pode ter solução política. É na sua solução pacífica que devemos continuar a insistir sempre.

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A “fatwa” de António Barreto*
Filipe Diniz
:: Colaboradores :: 08.Fev.15

António Barreto ainda não terminou o seu ajuste de contas com o Portugal de Abril. Prossegue a sua trajectória em direcção à extrema-direita. Pelos vistos, não quer ficar para a História apenas como o principal carrasco da Reforma Agrária. Mas, faça o que faça, ficará no rodapé da História simplesmente como um dos mais arrogantes, presunçosos e reaccionários inimigos da Revolução de Abril e do povo português.