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Entre a dor e a ira
Tito Tricot*
:: Outros autores :: 10.Mar.10
Apesar de ao mais violento sismo da história do Chile se ter seguido um fortíssimo maremoto, “nada importa às autoridades, só a defesa incondicional da propriedade privada”
“…A soberba da elite dominante que se assume infalível serviu para – com a ajuda dos meios de comunicação – mudar violentamente a realidade e as vítimas passarem a ser saqueadores e delinquentes”.Os Editores
:: Colaboradores :: 09.Mar.10
Júlio C. Gambina*
:: Colaboradores :: 09.Mar.10
“A polémica sobre as Malvinas reacendeu-se à volta de um tema estratégico: a exploração petrolífera. A notícia remete para os investimentos ingleses nas ilhas argentinas usurpadas pelo Reino Unido e para a decisão do governo argentino de impedir o transporte de material associado a essa exploração”.Marie-Ange Patrizio*
:: Outros autores :: 09.Mar.10
“Ungido por uma auréola de santidade, Gandhi desfrutou de uma admiração e até de uma veneração incontestada e difundida universalmente. Os heróis da nossa época encontram a sua consagração na medida em que, na base de motivações reais ou de cálculos de realpolitik, são colocados no panteão dos não-violentos. Mas não é por isso que a violência real diminuiu e ela manifesta-se não só nas guerras e ameaças de guerra como também nos bloqueios, nos embargos, etc. A violência continua a estar à espreita até nas suas formas mais brutais.As maiores questões políticas
James Petras*
:: Colaboradores :: 08.Mar.10
A invasão do Afeganistão e do Iraque tiveram como justificação (falsa, como a vida já demonstrou) o combate ao terrorismo.
Há dias, o líder palestino Mahmoud al Mabhouh foi assassinado por um comando terrorista israelense numa evidência de terrorismo de Estado e de um Estado terrorista, useiro e vezeiro neste tipo de crimes. A imprensa israelense rejubilou com o crime, a imprensa do mundo alcunhado de livre não condenou, os EUA guardam silêncio, a servil União Europeia e o presidente da Comissão, Durão Barroso, assobiam para o lado…Laerte Braga*
:: Outros autores :: 07.Mar.10
Durante a visita de Hillary Clinton “deputados do PT, em resposta à clara intervenção de Hilary em assuntos internos do Brasil, questionaram a miséria nos EUA, a falta de atendimento médico a mais de 40 milhões de cidadãos norte-americanos, as intervenções militares em países do Oriente Médio e no Afeganistão, a morte de civis em flagrante violação aos direitos humanos, a prisão de Guantánamo e outros pontos, como o eixo EUA/Israel”.
A senhora Clinton não gostou. É natural.Os Editores
1. Os Chefes de Estado e de Governo dos países da América Latina e Caraíbas, reunidos na Cimeira da Unidade constituída pela XXI Cimeira do Grupo do Rio e II Cimeira da América Latina e Caraíbas sobre Integração e Desenvolvimento (CALC), na Riviera Maya, México, em 23 de Fevereiro de 2010.:: Outros autores :: 07.Mar.10
Jorge Cadima*
:: Outros autores :: 07.Mar.10
“Os muitos milhões entregues pelos governos à grande finança sustiveram temporariamente o colapso e preservaram os lucros, mas não resolveram os problemas de fundo e criaram um novo factor de crise: o endividamento incomportável da generalidade dos estados”.Correia da Fonseca*
:: Colaboradores :: 06.Mar.10
Tendo como princípio orientador a produção de uma «informação espectáculo» e a exploração dos sentimentos do espectador, em detrimento do espectáculo de uma informação que informe e forme o telespectador.
Por isso, “olha-se o televisor, vê-se e ouve-se o que ele nos traz, e pensa-se inevitavelmente no que ele não nos traz. E não é como se a televisão não existisse: é, desgraçadamente, um pouco pior que isso”.
Koldo Campos Sagaseta*
:: Outros autores :: 05.Mar.10

Depois de 50 anos de revolução e no que respeita aos Direitos Humanos, Cuba continua a não seguir os exemplos das democracias que a rodeiam e censuram, a começar pela democracia norte-americana.
Xulio Ríos*
:: Outros autores :: 04.Mar.10
O reconhecimento da China como um dos países centrais da ordem internacional, vem colocar novos problemas e dificuldades ao mundo monopolar dominado pelo imperialismo norte-americano…
Afonso Costa*
:: Outros autores :: 03.Mar.10
O sorriso nos lábios de Barack Obama e Hillary Clinton, não disfarçam a cada vez mais evidente agressividade nem o belicismo do imperialismo de que são os principais representantes de turno.Hillary chegou ao Brasil num como o senhor entra em casa do servo: de bota cardado, acompanhada de cinco mil soldados, uma armada com armas nucleares e aviões F-18 que quer impor a compra pelo Brasil – uma diplomacia de aço, como lhe chama o jornalista Afonso Costa.
Os Editores
:: Editores :: 03.Mar.10
José Manzaneda*
:: Outros autores :: 03.Mar.10

“Os aproximadamente 400 cooperantes da Brigada médica cubana no Haiti foram a mais importante assistência sanitária ao povo haitiano durante as primeiras 72 horas após o recente terramoto”. No entanto os jornais, televisões e rádios do conhecido pela alcunha de «mundo livre» nada disseram e a importante cadeia norte-americana Fox News teve o desplante de afirmar que Cuba foi “dos poucos países vizinhos do Caribe que não prestaram ajuda”.
“Essa informação foi censurada”, resta saber se o foi pelo poder se por servil acto de autocensura.
Gara*
:: Outros autores :: 01.Mar.10
Não cessam as provocações sionistas ao povo mártir da Palestina que continua a resistir, agora uma vez mais com pedras…
Tiago Mota Saraiva*
:: Outros autores :: 28.Fev.10
“Três anos de acção do Parque Escolar [criado pela ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues] revelam como se pode transformar um programa de requalificação escolar num obscuro processo de utilização de dinheiros públicos.
Pedro Guerreiro*
:: Outros autores :: 27.Fev.10
“Por mais silenciada e desvirtuada que seja, a verdade é que os povos (sempre) resistem e lutam pela sua libertação. Só assim se poderão entender os repetidos esforços do imperialismo para impor a sua dominação e tutela colonial, através de todas as formas, incluindo a utilização da máquina de agressão que é a NATO”.
Correia da Fonseca*
:: Colaboradores :: 26.Fev.10
“O facto é que na Madeira ou no mar, num trabalho de construção civil ou entre a maquinaria de uma fábrica, há todos os dias homens, e também mulheres, que são obrigados a arriscar a vida. «Por pouco dinheiro», como há anos cantou Sérgio Godinho. Mas entenda-se que esse risco de vida nem sempre se apresenta nas circunstâncias trágicas e últimas que levam à morte de pescadores ao largo da costa portuguesa: há outras formas de morte”.
Duarte Correa*
:: Outros autores :: 25.Fev.10
Foi o destacado membro do PS e ex-comissário europeu António Vitorino o primeiro que em Portugal disse, com o ar risonho e cínico de quem sabe do que está a falar, que as crises também “são uma janela de oportunidade”…Neste texto, Duarte Correa diz-nos que o governo grego do PASOK com a ajuda da União Europeia está a tentar escancarar a primeira janela de oportunidade na Europa.
Andy Worthington*
:: Outros autores :: 23.Fev.10
Mais de um ano depois Barack Obama de tomar posse como Presidente dos EUA a situação dos prisioneiros fantasma da CIA continua imutável. Neste artigo o historiador e jornalista britânico Andy Worthington conclui, com base num parecer de “quatroperitos independentes das Nações Unidas” que “à escala mundial, as detenções secretas em relação às políticas de contra-terrorismo continuam a ser um problema grave» e «se se recorre a elas de forma sistemática e prolongada, essas detenções secretas podem alcançar o limiar de crime contra a humanidade.”


“A política externa portuguesa deve basear-se na defesa e promoção dos interesses legítimos de Portugal e dos portugueses, tomando a independência e a soberania nacionais como valores inalienáveis. O que significa uma política externa que rejeite imposições externas incompatíveis com a dignidade, independência e soberania do país.”
“Com a cadência de uma peça de relojoaria, José Sócrates é novamente sujeito de suspeição de actividade ilegal e ilegítima, tornando-se uma vez mais, e sempre pelas piores razões, motivo de todas as conversas. Não há volta a dar, o homem é assim, tem azar.”
Publicamos hoje a comunicação apresentada em Argel por Miguel Urbano Rodrigues no Colóquio Internacional de Homenagem a Georges Labica, promovido pela Universidade daquela cidade.

